Olympus Rising
Dos criadores de Royal Revolt, Olympus Rising mistura defesa de torres e ação: seu herói avança por um caminho cheio de barricadas enquanto você invoca tropas para abrir passagem.
Imagens: divulgação, via Google Play.
O que é
O Monte Olimpo está em ruínas e os deuses pedem ajuda. Você reconstrói templos, que funcionam como os prédios da sua base, e conquista ilhas do Egeu defendidas por outros jogadores.
Cada batalha dura poucos minutos. Você escolhe um herói, leva feitiços e tropas e precisa derrubar o portão inimigo antes do tempo acabar.
Como joga
O controle é simples: toque para mover o herói, toque nos botões para invocar unidades e lançar poderes. A parte defensiva pede que você desenhe o caminho da sua própria ilha com torres e barricadas.
O visual é dos melhores do gênero. O problema é o de sempre: temporizadores, vários tipos de moeda e equipamentos raros que empurram para a loja. Há anúncios opcionais em troca de bônus.
Mitologia
Os templos de Ares, Posêidon, Atena e companhia organizam bem o panteão, e as unidades incluem ciclopes, górgonas e minotauros.
A premissa de um Olimpo destruído que precisa ser reerguido por mortais não vem de nenhuma fonte. Heróis como Perseu, Helena e Ariadne são tratados como generais intercambiáveis, sem as histórias que os definem.
Mito e invenção
O que acerta
- Templos organizados por divindade
- Criaturas clássicas como tropas
Onde toma liberdades
- Queda do Olimpo como premissa inventada
- Heróis de ciclos distintos como generais genéricos
- Helena e Ariadne como guerreiras
Veredito
Diverte nas primeiras semanas. Depois, a loja pesa mais que a estratégia.
Pontos fortes
- Batalhas rápidas e bonitas
- Controle simples
Pontos fracos
- Temporizadores e muitas moedas
- Progresso desenhado em torno da loja


